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Repensando a gestão ambiental pública no Brasil: uma contribuição para o debate de reconstrução nacional 

No alvorecer do século XXI, o Brasil vive grandes desafios para alcançar o desenvolvimento sustentável. Os empreendedores alegam que a legislação ambiental prejudica a implantação de obras de infraestrutura e propõem simplificar o licenciamento ambiental através de projetos de lei como a PEC n. 65/2012 e o PL n. 3729/2004. Os ambientalistas, por sua vez, alegam que esses projetos de lei são um retrocesso inaceitável. Quem tem razão? Como podemos encaminhar essas questões de forma produtiva no debate nacional? São subsídios para responder perguntas como essas que o biólogo Marcos Antônio Reis Araújo traz no livro Repensando a gestão ambiental no Brasil: uma contribuição para o debate de reconstrução nacional.

O livro relata os principais eventos na arena internacional que marcaram a gestão ambiental no Brasil, bem como a história da gestão ambiental e da ecologia nos Estados Unidos, que tanto nos influenciou no final do século XX, além de discutir detalhadamente como o paradigma do equilíbrio ecológico embasa toda a nossa gestão ambiental e como o paradigma do não equilíbrio poderá ser adotado no país. Discute também como a mentalidade anticapitalista vigente no país nubla o debate ambiental brasileiro. Relata, ainda, toda a evolução histórica da gestão ambiental no Brasil, desde o final do século XIX, tendo como pano de fundo o processo de modernização do país. A gestão de fauna, a gestão dos recursos pesqueiros e o manejo de crocodilianos no Amazonas são discutidos por colaboradores da publicação. No final, elenca algumas sugestões para se repensar a gestão ambiental no Brasil.

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Unidades de conservação no Brasil: o caminho da gestão para resultados

Em função do sucesso do livro anterior uma nova edição ampliada e atualizada foi produzida pelo NEXUCs em parceria com o Instituto Semeia e a Editora Rima.

O Brasil é mundialmente reconhecido pela biodiversidade do seu patrimônio natural. Em nossas paisagens destacam-se a maior floresta tropical do globo, mais de oito mil quilômetros de litoral, além de cenários singulares, como o Pantanal, as Serras Sulinas e os Lençóis Maranhenses. Tanta beleza nos alçou ao primeiro lugar, no ranking do Fórum Econômico Mundial, no quesito existência de recursos naturais para o desenvolvimento de atividades turísticas. Porém, se considerados outros quesitos, como estrutura da regulamentação, ambiente de negócios e infraestrutura, a posição brasileira cai para a 52a colocação. Por que acontece esse descompasso?

Após dez anos vivenciando experiências práticas de gestão em unidades de conservação, com extremo rigor técnico e científico, Marcos Antônio Reis Araujo, Cleani Paraíso Marques e Rogério Fábio Bittencourt Cabral lançaram-se a campo para reconstituir os caminhos pelos quais as UCs se transformaram em instrumentos decisivos para a manutenção de áreas naturais fundamentais à biodiversidade mundial. Nesse caminho, trazem contribuições importantes para o debate que aproxima a conservação do desenvolvimento.

Unidades de conservação no Brasil: o caminho da gestão para resultados nasce como uma oportunidade de sistematizar e semear o conhecimento adquirido pelos autores nessa iluminada trajetória de aprendizados. Como uma verdadeira jornada rumo à mudança de paradigmas sobre a gestão de unidades de conservação no país, o livro percorre um caminho lógico desde o reconhecimento da importância das UCs como instrumentos de conservação da biodiversidade brasileira até as estratégias, abordagens e ferramentas que podem contribuir com o aumento da efetividade desses territórios no cumprimento de suas missões. 


Unidades de conservação no Brasil: da república à gestão de classe mundial

As unidades de conservação (UCs), tais como Estações Ecológicas, Parques, Áreas de Proteção Ambiental, Reservas Extrativistas são instrumentos fundamentais na estratégia de conservação do meio ambiente em todos os países do mundo. No entanto, somente a sua criação não é suficiente. É preciso implantar uma gestão de qualidade. Demonstrar como implantar essa gestão de qualidade é o objetivo do livro “Unidades de conservação no Brasil: da república à gestão de classe mundial”.

É uma das mais abrangentes obras já escrita sobre unidades de conservação (UCs) no Brasil. Possui 272 páginas, 8 capítulos e 8 estudos de caso que contam com a colaboração de 6 doutores e do secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais. Aborda a biodiversidade e sua importância, a crise de biodiversidade no século XXI, a história das UCs no mundo e no Brasil, a efetividade de gestão e a aplicação das modernas tecnologias gerenciais na gestão de UCs.

EDIÇÃO ESGOTADA

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