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Novo livro a ser lançado em meados de 2016 - Repensando a Gestão Ambiental no Brasil

O sócio-diretor da R. A. Consultoria, Marcos Araujo é biólogo com mestrado e doutorado em Ecologia, Conservação e Manejo de Vida Silvestre.  Através de seu doutorado concluído em 2004, se abriu um grande campo de aplicação de tecnologias gerenciais modernas na administração de unidades de conservação no Brasil. Esta experiência foi apresentada nos livros Unidades de Conservação no Brasil: da República à Gestão de Classe Mundial (2007) e Unidades de Conservação no Brasil: o caminho da gestão para resultados (2012). Agora promete lançar, em meados de 2016,  o livro mais polêmico do ano.

Na nova publicação a ser realizada na plataforma digital da Amazon (Kindle), o autor nos mostra a evolução da gestão ambiental nos Estados Unidos desde os seus primórdios em meados do XIX, o surgimento e evolução da conservação/ preservação dos recursos naturais, do manejo de fauna silvestre, o nascimento e evolução da ecologia americana, da política nacional de meio ambiente e da biologia da conservação. Nos mostra também a evolução da gestão ambiental no Brasil desde o início do século XX, à luz do projeto de desenvolvimento econômico capitaneado pelos diversos governos desde a década de 1930, e como fomos absorvendo os conceitos ecológicos e práticas de conservação desenvolvidas nos Estados Unidos.

Com base na análise do panorama histórico, ele chega uma conclusão provocativa para os biólogos: as bases ecológicas da gestão ambiental no Brasil são extremamente frágeis. Teorias ecológicas foram generalizadas sem o apoio empírico necessário. A legislação ambiental abraçou esta base ecológica frágil e criou uma normatização complexa, cara de ser aplicada e de eficácia duvidosa. Ele mostra também como a hegemonia da visão anticapitalista predominante na área ambiental tem contribuído para piorar a situação. O recente acidente na bacia do Rio Doce com suas previsões catastróficas que não se realizaram, o enorme desencontro de informações na mídia e os valores bilionários de indenizações sugeridos dão uma dimensão dos nossos desafios.

No livro, Marcos procura demonstrar que os biólogos têm papel primordial na construção de uma nova gestão ambiental no Brasil. Pesquisas sobre a autoecologia das espécies precisam ser urgentemente valorizadas e daí advir os conhecimentos que ajudarão a definir as diretrizes para a gestão ambiental no Brasil.

Plataforma promete revolucionar a gestão de Unidades de Conservação no Brasil

Parceira da R. A Consultoria e da S. R. Soluções Integradas desenvolveu a Plataforma Nacional de Gestão de Áreas Protegidas (PNGAP). Trata-se de um sistema on line, a ser ofertado gratuitamente para todos os Estados interessados mediante patrocínio privado, que permitirá uma melhor gestão de suas unidades de conservação (UC). Os governos estaduais gerenciam mais de 600 unidades de conservação protegendo uma área de cerca de 76 milhões de hectares. Esta imensa área presta enormes serviços ecossistêmicos, inclusive relacionados aos recursos hídricos que impactam a operação de milhares de empresas brasileiras. 

A PNGAP permitirá a elaboração do planejamento estratégico dos sistemas estaduais de unidades de conservação (com base no Balanced Scorecard -BSC), a definição de indicadores e metas para cada UC, a negociação de metas de desempenho, de forma on line entre chefia da unidade e a sede e a construção do Plano Operativo Anual (POA) de cada UC. Após a etapa de planejamento a plataforma permitirá o acompanhamento físico-financeiro da execução do POA e o acompanhamento do alcance dos resultados em tempo real.

O documento que guia o planejamento de unidades de conservação é denominado no Brasil Plano de Manejo. Equivale ao plano diretor de uma cidade e atualmente é um enorme gargalo no país. Sem o plano pouco pode se fazer em uma UC. Existe um grande déficit de plano de manejo cuja superação deve custar cerca 400 milhões de reais aos governos estaduais. Além disso, os planos elaborados são muito pouco colocados em prática, ou seja, custam caro e tem pouca efetividade.

 Através da PNGAP, resolvemos parte deste problema. A plataforma permitirá também a elaboração de planos de manejo estratégicos, de baixo custo e implementáveis por meio de sua vinculação ao POA da unidade. Ao monitorar a execução do POA, o sistema também irá monitorar a execução do plano de manejo e indicará o momento correto para a revisão. Estimamos que o uso de nossa plataforma vai permitir aos governos dos estados uma economia de cerca de 200 milhões de reais no processo de elaboração/ revisão dos planos de manejo.

O que significa PDCA?

O ciclo PDCA representa um método de gestão que pode contribuir efetivamente no alcance das metas organizacionais.

Foi desenvolvida por Walter Shewart, um dos pioneiros da qualidade na década de 1920.

Saiba mais...

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